terça-feira, 21 de junho de 2016

SER LÍDER É IMPORTANTE; SABER SER LIDERADO TAMBÉM




Fala-se muito em Liderança e Líderes. Mas, muito pouco sobre Liderados.

Durante nossa vida, desempenhamos, inevitavelmente, papéis tanto de
líder e de liderado. E isso, de forma natural, sem atentarmos a esse 
detalhe. Uma pessoa pode ter uma posição de destaque, ser reconhecido
e valorizado por seus colegas dentro de um ambiente corporativo, mesmo
não exercendo um cargo de comando ou gerência.

Em qualquer convívio social, seja na empresa, na faculdade, no
clube ou no círculo familiar e de amizade, encontraremos situações
nas quais somos compelidos a tomar uma posição e, dependendo da
atitude, poderemos estar liderando uma situação, mesmo sem ter essa
intenção. O contexto e as qualidades pessoais intrínsecas poderão
definir a posição, de ser líder ou de ser liderado. Somos líderes em
alguns momentos e liderados em outros.

Essa ambivalência de situações é perfeitamente normal. Em um
grupo de pessoas não pode existir apenas líderes. Haverá necessidade
 de liderados. Imaginemos um time de futebol, supostamente composto
apenas de líderes, mesmo que essa liderança seja, em sua maioria,
 “liderança técnica”, ou seja, por força da qualidade como jogador,
mas como uma equipe não funcionará. Se todos mandarem no
time e, na ausência dos “carregadores de piano”, ou aqueles
que obedecem, o time se tornará um amontoado de craques,
sem coerência, sem um plano único e sem entrosamento.
Um fiasco!

O que percebemos, através da experiência e da análise das
relações humanas, é a valorização de qualidades pessoais,
como, visão, criatividade, dedicação, confiança e humildade.
E as pessoas que são detentoras de tais características, têm
maior probabilidade de se tornarem líderes ou liderados de sucesso.

Não existe melhor ou pior entre ser líder ou ser liderado, os dois
são importantes para se atingir metas. O que devemos levar
em consideração, sim, é a consciência do papel que exercemos
 em uma função e do poder de escolha que dispomos, ou
para mantermos as nossas atitudes ou para alterá-las, se assim desejarmos.

Concentre-se, pois, em desenvolver as qualidades acima
e você fará toda a diferença, esteja onde estiver. Até ser um liderado,
mas de sucesso!

Tenha uma ótima semana!

Fonte: http://www.nippobrasil.com.br/RH/rh16.php

sábado, 7 de novembro de 2015

Trabalho do Curso Básico em Teologia - Aluno Helenilson Pereira da Silva


1. Como você avalia a importância do que foi aprendido nesta disciplina?

R. A última disciplina estudada foi Bibliologia. Na Constituição Dogmática Dei Verbum,que trata da Sagrada Revelação, o Concílio do Vaticano II expressou: "O sagrado Concílio encoraja os filhos da Igreja que cultivem as ciências bíblicas para que continuem a realizar com todo empenho, segundo o sentir da Igreja a empreza delizmente começada, renovando constantemente as suas forças"(Dei Verbum 23) Noutro trecho o mesmo documento expressa:"É necessário, por isso, que todos os lérigos e sobretudo os sacerdotes de Cristo, e outros que, como os diáconos e catequistas, se consagrem legitimamente ao ministério da palavra, mantenham um conato íntimo com as Escrituras mediante a leitura assídua" (Dei Verbum  25).
Se a Igreja de Roma tem tal instrução, é vergonhoso que os que seguem a linha reformada relaxem nesse cuidado. Jamais devemos esquecer que o primeiro item do Quadrilátero de Lambeth diz:"Cremos que as Sagradas Escrituras contêm todas as coisas neceessáras para a salvação como regra norma única de fé". Entretanto, dispomos de métodos para a interpretação bíblica. Neles fazemos uso para o entendimento científico, elaboração de textos, cultura, filosofia, sem esquecer que a Bíblia é a carta de Deus escrita para o homem, 

2.Em que este conhecimento poderá lhe beneficiar em seu ministério?

R. Partindo do princípio que a Teologia me proporciona meios para mlhor entender como deve agir o ministerio eclesial, e que sua função é servir e intruir a todos que o buscam, sobretudo, no que diz respeito ao Quadrilátero de Lambeth, tantas vezes negligenciado pelos próprios membros da Igreja, a Teologia Bácina proporciona a mim e a todos os que vierem a estudá-la, um maior entendimento do que podemos fazer para o crescimento da Igreja, a pregação do Evangelho e trazer outros para este ministério.

3.Fale sobre um exemplo que o conhecimento  obtido  nesta matéria modificou seu pensamento em relação à alguma narrativa bíblicaa?
 
R. O estudo me ajudou a entender que o lado científico ao tentar mostrar "erros" nas narrativas bíblicas jamais considerou o agir de Deus. Aprendi ainda que nossas traduções dependem da fonta da qual procedem, se do hebraico ou do grego por exemplo. Ainda aprendi que quando o texto hebraico deixa uma lacuna em determinado trecho, a Septuaginta (que é a primeira tradução do Antigo Testamento `[ 385a.C. a 347a.C ]) e também a siríaca,por serem mais próximas da época, não o invalidando a mensagem de Deu.

4.Dos assuntos tratados nesta disciplina, escolha um e faça uma boa explicação, comentário, resmão, estudo, apologia ou qualquer outro estilo literário que desejar e enviar com as perguntas acima.

R. Vemos constantemente as pessoas pegando uma tradução e dizendo que ela é inspirada e que é a palavra de Deus. Na verdade isso é um engano. A inspiração só aconteceu quando as Escrituras estavam sendo feitas em suas línguas originais. Muitas vezes sem o propósito de se tornar um livro como conhecemos. Desde o início da escrita dos textos sagrados o Espírito Santo atuava inspirando os escritores originais. Depois, contamos com escribas que,se deixando guiar pelo Deus único, foram iluminados para preservar a mensagem. Esta mesma iluminação deve acontecer ao lermos mesmo na Igreja. Pedimos a Deus que envie Seu Espírito para que nos ilumine quanto à compreenção e que nos nos solte a língua para que possamos passar a mensagem de Deus. Achando que a tradução é inspirada, não poucos evangélicos têm feit o da Bíblia um amuleto. Algo que se usa na feitiçaria. É preciso ter muito cuidao para que esse  costume não seja uma marca evangélica. Quem faz da Bíblia um amuleto não prega o Evangelho. Estudar as línguas originais da Bíblia nao éuma disposição de todos,mas os que estudam precisam ajudar aos que não têm condições de fazê-lo.
  
 

Helenilson Pereira da Silva
Licenciado em Língua Portuguesa e Língua Espanhola e suas Respectivas Literaturas pela Fundação Universidade do Tocantins - UNITINS.
Especialista em Metodologia do Ensino da Língua Portuguesa e Estrangeira pelo Centro Universitário Internacional UNINTER.
Especialista em Língua Portuguesa pela Universidade Cidade de São Paulo - UNICID.

terça-feira, 13 de outubro de 2015